"And now for something completely different..."
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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Não Tá Fácil

Faz tempo que eu não posto aqui. É que todas as coisas andam realmente muito difíceis, e eu acabo perdendo a vontade de me manifestar. Me arrependo de publicar coisas sobre algo ou alguém. E até ter opinião tá difícil.

O mundo é tão bundão que dá asco. Cheio de haters e mimimi e ofendidos e pessoas que dizem que "estão defendendo direitos de minorias e oprimidos", mas na real só estão espalhando um discurso odiável, ofensivo e indiscutível, dirigindo sua espada à tudo e todos que não se aproximam com o rabo entre as pernas concordando com aquela ladainha repugnante (hello feministas, acham que sofrem mais que qualquer outra pessoa, mas é só mais uma manifestação de pessoas aproveitando uma desculpa ridícula para expor sua raiva e ódio da forma errada).

Daí você vê gente maneira como o Rafinha Bastos quebrando perante essa massa de bundões na internet, Cauê Moura desativando os comentários dos vídeos do canal dele para sempre... Até eu reparei que eu mesmo parei de comentar as coisas que eu acho absurdas em textos no meu blog. Tudo isso por que, se você dá a sua opinião, as pessoas te odeiam. As pessoas te isolam e te deixam sozinho. Você se torna o vilão.

A internet é o maior centro de pessoas bundonas demonstrando seu ódio, ira e julgamento. Mas sabe qualé? Se você presta atenção no mundo real, longe do monitor, as pessoas são assim também. Sempre foram.
Seres humanos são nojentos, repugnantes. Seres humanos sempre tem uma opinião de merda, e é impossível ser racional ou esperar qualquer sinal de inteligência ou civilidade de qualquer um de nós. Tá foda, tá foda.

Lembro de quando eu até aceitava discutir um assunto, ou se via alguém falando algo que eu discordava, eu tentava me meter no meio. Faz tempo que eu parei com isso, não falo e nem respondo ninguém. Não tem como suportar essas redes sem tomar uma postura de "foda-se" e não se importar. Porque quando você se importa, você fica se sentindo mal e passando nervoso com o que você lê. Fica com ânsia de vômito de verdade, a comida não desce mais.

E a única saída é ficar assim mesmo. Desativando comentários pra não começar nenhuma merda. Ou apenas dizendo "não responderei comentários nessa publicação". E a capacidade humana de dialogar vai para o saco.

Bem, não responderei comentários nessa publicação, fica apenas o vídeo. Tá foda, na real.



Mas agora 2014 está se encerrando. Foi um ano horrível em todos os aspectos. Espero que em 2015 eu possa voltar a postar umas coisas divertidas e achar algum rumo ou sentido novamente. No momento é só isso, valeu.

domingo, 6 de outubro de 2013

Escondidinho

Olá leitores. Esse post começou comigo aqui em casa, com uma caralhada de problemas, resolvendo um de cada vez enquanto aprendo cada vez mais e tento ficar em paz comigo mesmo. No meio de todos esse problemas reais, eu decidi que precisava de lasanha. Lasanha seria o tênue detalhe que me faria feliz durante a semana. Algo pequeno, mas capaz de manter-me a sanidade.

Vou até o setor de congelados do supermercado e encontro toda uma variedade de lasanhas. Presunto e queijo, quatro queijos, peito de peru, calabresa... E ao lado, com a mesma embalagem, apenas com a cor do sabor diferente, escondidinhos. Escondidinho de carne moída e escondidinho de calabresa.

Pensei que fossem lasanhas. Lasanha sabor escondidinho de carne moída, algo assim. Normalmente tem essas coisas estranhas, tipo bolacha sabor torta de limão. Não é torta, é bolacha. Tinha a mesma embalagem, mesma cor, tirando a cor do sabor que também muda entre as lasanhas. Achei que fosse lasanha.

Comprei, trouxe pra casa, fiz. Aparência estranha, mais fina. Ainda achava que era lasanha.

Comi. Fui percebendo. Não era tão gostoso. Tinha mandioquinha.

Eu só queria lasanha, mas comprei escondidinho. Menor, mais leve e não tão gostoso. Dois reais mais caro.

E, no meio de todos os problemas mais graves, acho que eu posso dizer... Esse pequeno erro bobo resume muito da minha vida. Muito mesmo.

Obrigado pela sua atenção.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

The Hills are Alive with the Sound of Music

Tem quem não vive sem um deus, ou deuses... Ou quem não vive sem outro alguém... Ou quem não vive sem um padrão de consumo e riquezas adquiridas constantemente... Tem gente que não vive sem uma leitura ou sem amigos, ou sem algum passatempo que o descontraia e tire-o da realidade... Enfim.



Para mim, o que funciona como um "deus", é a música. Livros de fantasia são uma ótima fuga, sim. Escrever é muito bom quando se tem algo a fluir de sua mente, e amigos são a melhor das companhias e bases com que se pode contar... Mas foi quando comecei a ouvir, atentamente, música, que eu comecei a me encontrar, a me formar. E é aonde eu realmente sustento a minha alma, crescentemente. Seja ouvindo-a, cantarolando-a, lendo-a, escrevendo-a ou tocando-a até onde eu sou capaz. Para mim, ela é a essência da vida.

Como cantaram Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Rita Lee: "Posso perder minha mulher, minha mãe, desde que eu tenha o rock n' roll!"



Meio mórbido? Bem, infelizmente perder pessoas e outras coisas faz parte da vida, e aprendemos a continuar sem elas. Mas o que nos faz continuar? Muitos respondem com um deus ou religião. Outros ocupam-se de qualquer coisa, tanto faz. Para mim, quem sempre me escutou nos momentos de necessidade (embora tecnicamente seja o contrário), foi a música. Assim como quem me deu impulso nos momentos de entusiasmo, e por aí vai.

E não me levem a mal, não estou limitando a música apenas como o rock n' roll. Outros bons gêneros são tão admiráveis quanto, individualmente, cada um de sua forma e no seu momento de ser escutado. Música clássica orquestrada, música cigana, folclórica e contemporânea... Gosto de todos os gêneros que eu consigo chamar de "música". Mas, claro, não é segredo para ninguém, eu sou um cara do rock n' roll. Do bom e velho, eu quero dizer. Pois é no rock n' roll que eu mais me encontro em suas letras. É nas falas, nos discursos e na atitude de alguns artistas e bandas do gênero que eu realmente absorvo suas canções e torno suas letras partes de minha vida. De minhas regras.



É na filosofia de John Lennon, na fantasia épica de Jimmy Page e Robert Plant, na paixão transbordante de Jimi Hendrix e Janis Joplin, nas convicções inconscientes de Jack White e nos desabafos e gritos de Dave Grohl e tantos, tantos outros nomes que eu consigo entrar em acordo e tomar seus hinos como meus.

E é isso que me distrai, me sustenta e me acompanha a cada momento de minha vida, seja na cabeça, no fone ou no estéreo. (além de oxigênio e bastante comida, é claro, rs)

Ah, música. ♥

sábado, 8 de outubro de 2011

John e Yoko

Quem me apresentou a entrevista que me inspirou para esse post foi minha paraibana favorita, Priih Sixx~ =D

Interviewer: Why can’t you be alone without Yoko?

John Lennon: But I can be alone without Yoko, but I just have no wish to be. There’s no reason on earth why I should be alone without Yoko. There’s nothing more important than our relationship, nothing. And we dig being together all the time. Both of us could… survive apart but what for? I’m not going to sacrifice love, real love for any whore or any friend or any business, because in the end you’re alone at night and neither of us want to be. And you can’t fill a bed with groupies. It doesn’t work. I don’t want to be a swinger. I’ve been through it all and nothing works better than to have someone you love hold you.


Sempre tem aqueles fãs dos Beatles que dizem que odeiam a Yoko, que ela é a culpada pelo fim dos Beatles, que ela estragou a carreira do John Lennon, etc...

Não tenho nenhuma admiração pelo trabalho dela, nem acho relevante qualquer coisa que ela faça ou já tenha feito, e nem sinto vontade de defender ela. Mas pô, nada a ver isso aí. Os Beatles já vinham acabando anos antes, e pode-se colocar a culpa nos egos artísticos da eterna dupla Lennon/McCartney, eles não ficariam juntos por muito mais tempo, com ou sem Yoko, dava pra perceber. Foi apenas uma gota a mais no copo que transbordou pouco depois.

(Mas definitivamente concordo que a presença dela nos vídeos e músicas são bem incômodos, parece um fantasma. '-' rs)

Porém deixando isso à parte, à partir de todas as biografias e livros de relatos que já vi sobre a vida e carreira do mestre John, uma coisa era certeza: para ele, o fim da banda foi bom!

Ele estava infeliz no casamento com a Cynthia, infeliz com a pressão de ser um beatle, infeliz com suas próprias revoltas presas na garganta dele, impaciente com quase todos. Percebe-se a mudança pessoal que foi pro cara deixar os Beatles e começar sua carreira solo enquanto vivia com aquela japa cabeluda.

Só então conseguiu aceitar a infância e adolescência destruída que teve, cantar sobre sua mãe, sua madrasta, seus sentimentos, gritar com aquela voz linda que lambe minhas orelhas eróticamente enquanto ouço (má o quê? õ_O) tudo que já revoltou ele, que ele nunca antes compartilhou.

Depois de algumas confusões ("john's lost weekend"), teve então um filho com a Yoko, e se tornou tão feliz como pai que fez uma pausa em sua carreira para se concentrar em criar esse seu segundo filho. Ele não queria repetir a falha como pai que cometeu com o filho de seu primeiro relacionamento.

De acordo com John, 1975-1980 foram os 5 melhores anos de sua vida, anos passados apenas com Yoko e o filho Sean, e quando este já havia deixado de ser um bebê, John retomou sua carreira solo, lançando o álbum Double Fantasy e planejando voltar com tudo!

Então, como todos sabemos, um desgraçado lhe meteu 4 tiros pelas costas, acabando com todas as futuras canções, parcerias, retornos e obras que faria em sua vida, até hoje.

Enfim, o quê eu quero dizer é... Ele foi feliz, antes a realização dele do quê continuar numa banda apenas para agradar os fãs, enquanto as relações entre os membros se tornavam cada vez mais difíceis. Quer saber? Sou fã do cara a ponto de apoiar ele em tudo isso!

Parabéns, John Lennon, por pensar primeiro em você e correr atrás do quê você acreditava!


"Good to be older... Would not exchange a single day or a year!"

Talvez algum dia eu consiga encontrar minha Yoko e então as coisas comecem a se acalmar e melhorar na minha mente.
(só espero que seja muito diferente dessa Yoko aí, pq né! xD)

domingo, 2 de outubro de 2011

Patrono

Esse post é patrocinado pela nostalgia e... Porque sim.

Acho que eu não preciso explicar o quê é um Patrono dentro do mundo de Harry Potter, certo? A forma animal que a magia Expecto Patronum ao ser realizada, que é diferente para cada um.

Havia terminado uma sequência de filmes e estava à toa quando encontrei um teste para descobrir qual seria o meu Patrono no facebook... Ok, let's try that.

O teste reune suas informações e pede para você lembrar de uma memória poderosa; sua memória mais feliz...

...Oh-oh.

A varinha rodava na tela enquanto eu subitamente fiquei com medo. Medo quando percebi que não vinha nada desse gênero à minha mente.

"Será que eu não tenho nenhuma memória assim?" pensei eu... E me forcei a fechar os olhos e tentar lembrar alguma coisa, qualquer coisa que me fizesse feliz...

Lembrei de vários momentos engraçados, risos e nonsenses com meus amigos, mas não era o suficiente... Eram apenas risadas, não poderiam ser minha memória mais feliz.

Lembrei de algumas coisas que foram realmente tudo pra mim há algum tempo atrás, mas ao mesmo tempo lembrei que essas coisas acabaram, então se tornaram tristes.

Meu medo foi crescendo... Estava prestes a me sentir desolado, quando meu coração foi se lembrando... E eu me surpreendi com a memória que veio.

Estava me despedindo dos meus pais, atravessei uma porta de vidro, caminhei por um corredor abobadado, e então entrei no avião.

A cada segundo do trajeto meu coração estava disparado. Eu tentava me conter, queria gritar e dar risada ao mesmo tempo... E finalmente o avião começou a decolar, a turbina fazendo cada vez mais barulho... Mas não tive medo, estava querendo rir, estava querendo chegar logo. Acima das nuvens, espiritual e literalmente, eu não pude mais me conter: soltei uma gargalhada sonora, e as pessoas me encararam.

Meus pés mal me respondiam enquanto saia do avião, caminhava pelo corredor, e enquanto esperava nervosamente minha mala passar pela esteira rolante. Quando finalmente a peguei, minhas mãos tremiam. Respirei fundo, era entusiasmo demais para aguentar...

...Mas até agora tudo isso foi sobre ansiedade, a felicidade que me lembrei veio quando vi o rosto da pessoa que não me esperava, o rosto da pessoa que eu tanto esperava ver pessoalmente, de perto.

O rosto era de surpresa, que se transformou num riso, que se transformou num choro, que se transformou em raiva, em vítima, num choro novamente e, finalmente, transmitia tanta felicidade quanto eu sentia. (embora ainda com um pouco de acusação e vingança)

Quando a memória passou, abri os olhos, atônito. Tudo aquilo já passou, eu era tão jovem, tão sem jeito, muito mais tímido e nunca sabia o que fazer... Não pensei que tivesse mais nada relacionado àqueles tempos na minha mente. E apesar de tudo, foi daonde veio a minha memória mais forte. Minha memória mais...

Feliz. :)

Depois disso o resultado do teste nem me interessou muito, mas para os curiosos:


Uma lontra! \o\~ LOL ~/o/
Não sei por que, mas vejo lontras como animais ululantes, hiperativos e sorridentemente bobos, além de molhados. Talvez eu fosse muito mais desse jeito antigamente... Tirando pela parte do molhado, por favor. ^^"

E desculpem pela seca de posts, minha falta de motivação para o blog é só um pequeno reflexo da minha falta de motivação para o dia-a-dia nessas últimas semanas.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Prefiro Ser...!!!

“Não tenho nada contra pessoas normais. Só que elas são... Sem graça.”
- John Lennon

Há muito tempo percebi que não me encaixava nos padrões das pessoas, e ficava meio de fora das atividades dos grupos mais normaizões. Foi aí então que percebi que as pessoas diferentes faziam coisas mais divertidas, tinham conversas mais engraçadas e interessantes, e entre elas eu era mais bem lembrado.

Atualmente, não tento mais nem falar por aí com pessoas que sejam "normais demais", e apenas converso com pessoas que me parecem... Diferentes, destacadas. E num mundo aonde o normal chega a ser tão fútil ou interesseiro, ou egoísta, cruél... Ser diferente pode ser muito bom, quando no bom sentido, claro.

Eu gosto de pessoas peculiares, com todos os seus defeitos, não importa. Foda-se se você é atrapalhado(a), fala de um jeito esquisito, tem uma aparência que atrai olhares tortos na rua ou te julgam como um WEIRDO assim que você se levanta. Eu acho mais divertido conhecer pessoas assim, acho que valem muito mais e são amigos(as) mais verdadeiros(as), até na distância, até quando nem se passa tanto tempo assim com a pessoa.

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
- Charles Chaplin

Eu vejo a vida bastante como um filme de cinema. Quero conhecer personagens legais, me encontrar em papos ou situações absurdas, com participantes que trazem todas as suas características, bizarras e interessantes, para as cenas. Quero SER um personagem divertido e que fique na lembrança de alguém, ou que pelo menos deixe a cena brevemente mais legal.

Não estou dizendo como se cada um fosse o protagonista de seu filme, muito pelo contrário... Porque aí, tendo todas as luzes focadas na gente, somos todos ainda desinteressantes demais pra ser o centro de um filme, seria até bem chato.

Estou dizendo como se cada um de nós fosse um personagem de um grande filme, e cada um de nós tem seu papel, aonde temos nossas cenas curtas ou participamos de cenas maiores. E eu procuro me cercar de pessoas assim, esquisitas. E também sou assim, esquisitão. Num sentido que eu acho muito mais divertido e gostoso que o “normal”.

Posso dizer que, se eu converso com você e digo que sou seu amigo, é certeza que eu te acho uma pessoa legal, com quem aprecio compartilhar a cena. Afinal, eu sou na minha demais pra protagonizar qualquer coisa, então preciso de pessoas realmente divertidas que criem a cena em que eu possa estar tentando deixar ainda mais legal, interessante, ou nonsense. Quero divertir, enquanto eu me divirto.

Não como se a vida seja apenas para ter graça... Mas acho que o importante é ter um sorriso no final da coisa toda. Afinal, isso tudo só pode ser uma grande comédia.



“So always look on the bright side of death
Just before you draw your terminal breath
‘Cause life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you!”

- Monty Python

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Doce Dezembro é o Car*(&%

Não me entendam mal, não estou revoltado nem nada, só gosto de escrever títulos que quebrem alguns clichês sociais. ;D

Dezembro é um mês que afeta muito os blogs em geral. Pelo menos o meu e a maioria dos outros blogs que eu noto tem uma certa queda no número de postagens nessa data... Suponho que isso aconteça porque nessa época a maioria das pessoas está preocupada com festividades ou responsabilidades e conclusões de fim de ano, ou está viajando, ou também porque Dezembro é um mês muito propício a extremos: Ou algo vai dar muito certo e você terá um Ano-Novo olhando animado para o céu ou algo vai dar muito errado e você terá um Natal de lixo querendo não comparecer às reuniões familiares para não estragar o clima festivo dos outros. Claro que a possibilidade de ser um final de ano comum e indiferente também conta.

Estava com vontade de escrever isso, em parte porque meu último fim de ano eu era a encarnação de Marvin, o Andróide Paranóide do Guia do Mochileiro, em parte porque este fim de ano estou exatamente o oposto disso, e em parte só porque sim.

Mas sabe, se tem uma hora pra se preocupar em como vai ser sua vida daqui pra frente, nenhum carrasco é maior que o mês de Dezembro, pois todos ficam falando sobre o "ano novo" e sobre "novo começo" e mimimi e tititi... Vão se foder porque não muda nada! De 31 de Dezembro pra 1 de Janeiro só se passou mais um dia como todos os outros, ninguém vive por "anos", essa é só uma medição temporal que supervalorizamos! De Junho pra Julho pode mudar muito mais coisa do quê de Dezembro pra Janeiro, e sabe, "um ano" se passa todos os dias, basta ter como base o mesmo dia no ano passado, que é a mesma coisa!

Esse lance de alegria em massa não é comigo não.
Se é pra bolar viagens, reuniões de família ou sentir saudades, inventem um motivo melhor pra isso!!

Considerem esse meu post sobre o "Natal", porque não vou ficar escrevendo nada especial pra postar na data~

...

Só pra terminar o post com um pouco mais de humor e tirando com a minha própria dignidade para o seu deleite...

Voltando pra casa de metrô esses dias vi uma pessoa usando uma camiseta assim:


"Aviso aos Namorados:
Chefe de polícia determina que a partir desta data, os casais que forem encontrados namorando em lugares públicos serão multados de acordo com a nova lei 69.etc da seguinte forma:

Mão na mão ... R$ 5,00
Boca na boca ... R$ 7,00
Mão naquilo ... R$ 10,00
Aquilo na mão ... R$ 12,00
Aquilo encostado naquilo ... R$ 17,00
Aquilo dentro daquilo ... R$ 20,00

As multas para os casais que forem encontrados com a boca naquilo ou aquilo na boca será de R$ 50,00.

E agora, com sinceridade, falando naquilo, você já deu aquilo?
Não há necessidade de responder, basta dar um pequeno sorriso para confirmar."


... A merda foi que euri.
Até mais e uma ótima semana convencional para todos!
K-2 desligando e encerrando as atividades do K-2logismo neste ano!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

In My Life

Sabe aquela música que você sempre gostou de ouvir sem nenhum motivo em especial, e de repente você presta atenção no que ela diz, e só de ler a letra ela de repente se torna ainda mais espetacular...?

Dedico esta música a todas as pessoas que passaram pela minha vida, e também a todas as pessoas que fazem parte dela agora... E a todas que também poderão fazê-la ainda melhor um dia.

Para todos meus amigos e amigas, mesmo os que não vejo faz tempo, ou os que não tenho tempo para ver com tanta frequência... E às pessoas que se foram, e às que se mantém próximas... E também a uma certa pessoa bem mais recente em minha vida.


In My Life - The Beatles
[Lennon/McCartney]

There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever, not for better,
Some have gone and some remain.

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall.
Some are dead and some are living.
In my life I've loved them all.

But of all these friends and lovers,
There is no one compares with you,
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,
I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.

Though I know I'll never lose affection
For people and things that went before,

I know I'll often stop and think about them,
In my life I'll love you more.
In my life... I'll love you more!

♪♫♪♫


*fades while smiling for everyone*

domingo, 28 de novembro de 2010

Pra Ninguém, e Pra Todos

O que acontece
Para que alguém se torne tão falso?
O que é preciso
Para que alguém se torne tão frio?
O que se passa
Para que uma pessoa minta para si mesma?
Como alguém pode preferir
Viver superficialmente, sem se apegar?

Quando uma pessoa escolhe a mentira?
Quando uma pessoa não dá aos sentimentos
Sua verdadeira importância?
Quando uma pessoa passa a preferir o superficial?
Quando uma pessoa prefere usar
E ser usada, sem ter mais nada?

Daonde vêm as mentiras? Para onde vão aquelas boas verdades?
Quando algo começa no topo e só começa a descer
É certeza de que nunca mais vai crescer?
Quem convive com isso sem se odiar? Deve trazer muitas facilidades...

Sempre tive tanto a dizer e a oferecer, mas chegado até aonde chegou
Foi apenas um capricho que você se permitiu, que nem devia ser?
Quando a magia e o querer morrem tão rapidamente, deve-se seguir em frente?

O que eu digo quando não ouço mais nada?
O que eu digo se tudo que eu sinto parece uma piada?

Devo ter uma placa de RETARDADO pendurada no meu pescoço...

Well, fuck it.
Ou não.
Sorry.
Não é tão simples.

"Eu tinha tanto a lhe dizer ,
Pena que você não queira nem saber.
[...] Mas tudo bem não tem nada não!"

Matanza


(nevermind, estava apenas divagando, quem quer sorvete de chiclete?)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Let the Sunshine In!

♪♫♪♫
Let the sunshine...
let the sunshine in...
The sunshine in!!
♪♫♪♫

(este post trata apenas sobre a minha pessoa e é patrocinado pelo clima)

Curioso, no início do ano eu havia me tornado um cara completamente deprimido e de saco cheio com o mundo. Mas de uns meses para cá, me mantive numa crescente de bom-humor, vendo o lado bom de todas as coisas e sem me importar com quaisquer desilusões ou problemas, sabendo que iam passar e serem superados... Que a vida é isso! E que isso é ótimo! E tudo isso começou com um estranho esbarrão curto e aleatório, ou talvez tenha sido não só isso, mas todo a semana que aproveitei com meus amigos, me diverti, comi curry tailandês... Mas esse esbarrão repentino me maravilhou de um jeito muito animador~

Mas bem mais recentemente, vinha me deixando preocupar novamente por diversos fatores, e como disse que evitaria até ter algumas certezas, me deixando apegar de um jeito que eu pensei que não me apegaria denovo. Bem, com isso aprendi algo que uma importante e sábia amiga (oi Lyu! 8D) já havia me dito:
"Podemos até viver deixando as coisas acontecerem e sabendo que é inútil pensar como as coisas poderiam ser se fossem de outra forma... Mas nesses momentos em que você encontra algo que tanto te agrada, é inevitável deixar de se apegar, de acabar pensando "e se?". É natural. Mas por mais que saibamos que podemos ficar tristes, também sabemos que vamos superar!"

É uma boa lição, mas não mudava as preocupações do momento, apenas as tornava mais claras... Bem, pelo menos até a tarde de ontem.

Ontem, indo encontrar alguém, estava num ônibus infernalmente quente enquanto pensava em algumas dessas preocupações. E quando sai do ônibus num pulo, tudo pareceu... Aceitável denovo. Não existiam mais problemas.

O dia estava insuportavelmente quente e parado, sem ventos... Mas chovia de um jeito leve e gratificante, nem quis abrir meu guarda-chuva, só me sentei, olhei para cima e...


Sol e chuva, fogo e água, quente e frio, nesse caso, se combinam perfeitamente.

Isso me abriu a mente e levou tudo que me desanimava, apenas fiquei ali, provavelmente com cara de tonto, sentado numa escadaria na calçada, olhando pra cima, satisfeito com... Tudo, no geral. As coisas poderiam dar muito certo ou muito errado, que eu estava bem. E no segundo caso, soube que o sol me guiaria até aonde ele brilha. E eu o seguiria. E que poderia ter alguém esperando para me conhecer em cada esquina de cada caminho, ou não, o caminho em si já era satisfatório! =]

Eu sempre fui um cara preocupado,
Principalmente com as pessoas ao meu lado...
Me preocupo até com a preocupação alheia
sobre a preocupação alheia!
É, acho que isso faz parte de mim, por enquanto.
De um ano pra cá, muita coisa vem mudando, no entanto!
Saber o que é amar, saber o que é sofrer...
Saber o que é tudo repentinamente mudar,
e pensar que preferiria morrer!
Também aprendi que devo viver, e a contar com meus amigos
Acima de tudo, eles te fazem desafiar quaisquer perigos!
Aprendi a ser eu mesmo, e aceitar as coisas como elas são
E a ver a felicidade em cada gota de chuva,
Deixando elas entrarem e regarem meu coração.
Posso ver o mundo como uma fonte de eterna possibilidade,
Sempre terá um lugar para se conhecer e pessoas para encontrar!
É como se qualquer caminho que vejo levasse à felicidade...
Mas logo digo que nem todos são bem assim,
Afinal, só sigo pelos que parecem melhores para mim!


Posso aceitar as coisas como elas são, e aproveitar tudo, sabendo que essa é a minha vida!

(ainda assim, preferiria que...)
K-2 desligando, tenham um ótimo dia! \o/

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Sociedade é um Vício

Vim chutar o barraco, então logo aviso: aqui expresso idéias, se concorda com elas, bacana, pensamos parecido. Se não concorda, bacana, temos pensamentos diferentes e isso forma a sociedade. Se as desaprova ou despreza, e vai querer me dizer que eu ou qualquer outra pessoa esteja errada, só sinto pena de sua prepotência em achar que pode julgar alguém e te sugiro, sei lá, abrir sua mente.

Abrir a mente, ao meu ver, significa apenas saber aceitar as pessoas, mesmo discordando de suas idéias. Não soa muito difícil, não é? Parece fácil ter um mundo melhor baseado nisso... Mas na prática, é muito difícil. Todo indivíduo quer colocar sua idéia sobre a de outro indivíduo, só pra provar futilmente a si mesmo, ou aos outros, que está "certo".

Algo em específico, como bebida, não é um lixo.
Vícios são lixos.
Deixar de aproveitar algo que você mesmo quer é um desperdício.
Qualquer vício é ruim.
Incluindo vícios de rotina.
Ou de mentalidade.
Qualquer coisa em excesso, inclusive convencimento, é talvez até pior que a falta de outras.
Se gosta de fazer, se algo te agrada, faça o que achar melhor, aproveite!
E saiba não se prender a vícios, sejam físicos ou mentais.

Sua opinião é sua, mantê-la ou mudá-la quando bem entender é com cada um, e ninguém tem um pingo de erro ou razão por causa disso.
Você pode não fazer algo, mas dizer que alguém que o faz é errado, é puro preconceito.
O mesmo preconceito que você pode reclamar pela sua vida, é o que você bota na sua cabeça desaprovando o modo de vida de alguém.
Não me levem a mal, todos temos um pouco de hipocrisia, sim.
Eu mesmo tenho certo preconceito contra, por exemplo, cigarros.
E milhares de pessoas podem ter outras opiniões diferentes.
Mas não incomodando umas as outras, acho que todos teriam que aprender a não julgar outra pessoa.

A grande hipocrisia é isso vir de uma sociedade viciada em fast-food, açúcares e excessos consumistas.
Uma pessoa 100% saudável pode ter uma veia entupida sem aviso e cair morta.
Mas você se dá direito aos seus vícios, todos temos alguns, que não fazem mal aos outros.
Você se dá ao direito de comer carne, ou de tomar refrigerante, ou de comer coisas gordurosas, ou de beber milk-shake, ou de acabar com salgadinhos, ou filar guloseimas, e se você não pára porquê não pode ou por simplesmente não querer, não faz muita diferença, o resultado é o mesmo.
Todo mundo se dá aos seus direitos.
Não se tornando um vício que te faça mal, ou principalmente mal às outras pessoas, aproveite.

Querer provar qualquer coisa pra alguém, é mera tolice.
Não tenho nada a provar a qualquer hipócrita analisador da sociedade.
Desafios e reprovações é pura infantilidade de alguém que vive reclamando de outros tipos de preconceitos, mas ainda não tem uma mente aberta com muitas outras coisas.

"Droga" é uma definição muito má usada, pelo fato de que entitulam certas coisas como drogas, enquanto outras coisas que nos permitem normalmente são tão más quanto e poderiam se encaixar na mesma definição.
Se você fala de LSD, cocaína, crack, nicotina, isso é de fato algo que não acho legal e que não gostaria que outras pessoas que conheço usassem, e talvez até tenha esse preconceito se conhecesse alguém que usa, mas não preciso concordar com o quê alguém faz ou não, só é preciso aprender a aceitar a vida dos outros.
Ser muito extremista com qualquer coisa também é um vicio: o vicio da mente fechada.

Cada um pode acreditar ou seguir o quê lhe agradar.
Mas religião também pode se tornar um vício maldito que pode te deixar medÍocremente dependente.
Você pode não conseguir pensar por si mesmo ou acabar preso por certas idéias que te fecham à outras idéias, e isso é algo que considero ruim.
Quando uma pessoa pára de ouvir outras pessoas, ela pára de evoluir como ser humano.
Não chegando a esse nivel manipulador de dependência, seguir um deus ou ideal pode ser muito bom, faça o que te agrade.
Mas não julgue os outros por fazerem ou seguirem coisas diferentes.

Não estou falando de suas idéias, estou falando que ninguém pode de fato aprovar ou desaprovar alguém.
É apenas preconceito, todo mundo TEM suas idéias, e TEM QUE TER uma mente aberta para a idéia de todos os outros, e as idéias de todos vão mudando ao longo de sua vida, sem parar, evoluindo.
Parar de ouvir os outros e chegar numa idéia final sobre tudo é parar de evoluir, é se tornar estagnado, cego.

Esperar que as pessoas não façam algo que você não aprove... Ninguém tem essa moral.
Aceito idéias contra ou favoráveis as minhas, o quê não aceito são pessoas que não aceitam as idéias ou modo de vida das outras.
Vale repetir que todos somos um pouco hipócritas: eu por exemplo não aceito o modo de vida de um típico fã de Justin Bieber.
Isso é algo que cada um pode ou não querer, mas precisa melhorar.
Não espero estar mudando ninguém aqui, como disse, é pura expressão de minhas idéias.
Eu, você, todo mundo, somos humanos, iguais em levar nossas vidas como queremos.
Ninguém é um deus pra julgar as pessoas erradas ou pra mudá-las com suas opiniões.
E nenhuma crença, livro ou ideal é uma desculpa pra justificar julgar aos outros.

Embora eu possa não compartilhar de sua opinião, não te digo que você está errado.
E você, sob qualquer pretexto, também não pode julgar ninguem sob suas idéias.
Isso é o quê um ditador faz.
Não se torne convencido sobre suas opiniões, porque ser tão cego a elas só fecha sua mente e te torna alguém com uma mentalidade de um ditador preconceituoso, que não conhece de verdade as outras pessoas.
Não é nada diferente de um Hitler ou de outros governos, só muda o ideal que tenta provar e usar como julgamento, mas a mentalidade é a mesma, até a raiz.

Ninguém pode julgar sobre como uma pessoa decide viver sua vida.
Somos iguais por natureza, diferente nos ideais e na experiência de vida, e só se teria paz aceitando isso e deixando conceitos como "aprovar" alguém.
O conceito de "aprovação" vem do medo da possibilidade de estar vivendo do jeito errado, que é apaziguado com a tentativa de tentar se provar certo.

Juntamente com a expressão de minhas idéias, admito que quis tentar passar aqui uma mensagem para as pessoas abrirem suas mentes para as outras pessoas.
É realmente difícil fazer isso por completo, sempre haverá alguma hipocrisia, mas saber disso já é algo, e podemos evoluir lentamente como humanidade.
À vonteau, e façam o que acharem melhor! =]

E me deixem beber um simples copo de vodka, porra.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Eterna Busca Pelo "Vale Encantando"

Só uma reflexão que foi me distraindo numa noite dessas e resolvi registrar, espero que gostem e comentem o quê pensam! =]

"[...]embora tomado o choque brusco da desilusão, nunca cansamos de sonhar…

Assim como um cão não se cansa de tentar abocanhar o reflexo de uma estrela na água do mar.

Mas que cão estúpido, não?"
(vou acabar ficando em débito por começar a te citar tanto, rs)


Estúpido? O cão só busca a própria felicidade, como tem o direito de fazer.

Pode não alcançar a estrela pelo seu reflexo, mas quando menos esperar pode acabar mordendo uma estrela do mar.

A estrela do mar pode não aparentar tudo que o cachorro idealizara, mas ela está lá, seu calor é mais palpável que aquele calor inimaginável porém intangível. A estrela do mar o amará e o fará sentir-se especial mais do que qualquer estrela distante em sua própria solidão.

...

Mamíferos e equinodermos de lado, as pessoas costumam se preocupar sobre tudo o quê fazem ou deixam de fazer, se deveriam mudar ou se deveriam manter, se "deveriam fazer isso" ou "não ter feito aquilo".

Eu digo que o quê você faz é o quê você faz.

O quê você não faz ou poderia ter feito, é o quê não foi.

E isso é você, e ponto.

Não adianta ficar se analisando até não conseguir mais.

Até porque se "você tivesse feito diferente", não teria sido você.

Ninguém vem com um manual de como fazer as coisas do jeito certo, logo, as coisas que você fez, certas ou erradas, precipitadas ou atrasadas, são o quê definem você como você mesmo, e não como todos "deveriam ser".

Aliás, você não "deveria ser" nada além de você mesmo, o que você ganhar ou perder por isso não significa que você errou. Era o quê era pra você. É sua vida.

Viver sua vida significa ganhar experiências para contar. Bons tempos, tempos ruins, todos temos nossa parte reservada.

Temos o direito de fazer algo para nós mesmos, nada é "eterno" enquanto você continua sonhando à frente.

Melhor fazer algo que você vá se sentir culpado agora do quê manter como está e acabar daqui 10 anos preso em uma vida que você não queria, com a pessoa "nem-tão-certa". Pode parecer egoísta, mas tudo que se faz em prol de sua felicidade, à longo prazo, é justo.

A época definida como "romântica", aonde as pessoas ficavam "juntas para sempre", só existiu porque as uniões eram forçadas e obrigatórias. Se você acha que está à muito tempo numa vida que começa a não soar tão boa acompanhada das palavras "para sempre"... Você pode mudar: egoísmo é dizer que alguém tem que se forçar à algo ou viver algo que cada vez mais se torne uma mentira. Justo é se dar ao direito de viver suas próprias experiências. (mas também não seja um(a) babaca, é óbvio.)

É assim que cada um busca pelo reflexo de sua estrela. É mudando seu caminho por si mesmo ou sendo obrigado a mudar de caminho, mesmo não gostando. Mas qualquer que seja o caminho em que você esteja agora, é o seu caminho e nada mais. Nem certo nem errado. Se aventure no seu próprio caminho.

Procurem a felicidade, ó, meus caros drugues e ptitsas!

Ramble on! And now's the time, the time is now, to sing my song!
I'm going around the world, I got to find my girl, on my way!
I've been this way ten years to the day, ramble on!
Gotta find the queen of all my dreams!
~Led. Zep.~

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

"Morando Aqui Nessa Cidade..."

Segunda passada eu tive uma sensação estranha...

*espera uma resposta de incentivo*

E eu quero compartilhá-la, então se você não dá a mínima para o quê eu penso você pode sair por aquela porta ali. Mas sua virgindade fica.

Enfim, segunda-feira eu faltei na escola para ir ao TG pegar minha dispensa definitiva do serviço militar. Ou pelo menos pensei eu, vou ter que voltar em 15 dias denovo pra acabar de vez com essa merda.

Então lá fui eu, com meu cabelo chapado (não que eu tenha chapado o cabelo, ele só tava de bom humor por eu ter trocado de shampoo, assim que eu usar o shampoo novo pela segunda vez ele volta ao normal), meus óculos redondos e minha jaqueta de couro batida que era do Alan...

Saí de casa em jejum, primeiro porque eu me atrasei enrolando pra levantar já que eu "tinha até o meio dia praquilo fechar", e segundo porque pensei que não me tomaria mais do quê meia hora e logo estaria de volta para me alimentar.

Fui até a casa transformada num escritório do TG num cantinho feliz de Santo André perto do Calçadão, com comércios pequenos e casas de muro baixo. Fiquei lá por uma hora e meia pra saber que teria que voltar em 15 dias.

Ok, saí e estava com fome, então decidi tomar o café da manhã na rua. Entrei num barzinho qualquer com preços amigáveis, já que eu tinha só R$4.35 (eu devia ter 7, mas o passe de trólebus que eu levei acabou na ida, então tive que comprar um pra volta).

Pedi uma vitamina de banana e uma esfiha fechada de frango, dando exatamente R$4.30, e sentei numa cadeira alta de frente para a rua, e comi ali mesmo.

Daí mó páaaa... Fiquei com bigode de vitamina e talz, e um tiozinho aleatório que notou minha camiseta do ACDC conversou comigo sobre o show da banda homônima que teve aqui ano passado que ele pode ir, e a moça do bar ainda me deu o resto de outra vitamina que ela tinha preparado no liquidificador~

Quando saí do estabelecimento, ao atravessar a rua na esquina, um headbanger aleatório passou com sua moto quase sem ter me visto, e após eu recuar um passo para deixá-lo passar, ele deu uma paradinha, me cumprimentou com a cabeça. Eu respondi igualmente, e ele seguiu seu rumo.

Com tudo isso, eu fiquei com uma sensação curiosa, do tipo "eu vivo nessa cidade", um feeling de "part of the city", um tanto quanto incomum, mas ainda assim, boa. Divertida. Sem nem mesmo encontrar ninguém que eu conheça.

Eu me senti mais ou menos assim. Só que sem o cigarro.


Eu não quero me comparar a ele, até porque se o fizesse, eu não chegaria nem aos pés, ou aonde os pés dele pisaram, a intenção daqui não foi essa.

Quero dizer, ele viveu o final de sua vida em Nova Iorque porque dizia que adorava aquela cidade, que fazia parte dela. Eu não entendia como uma pessoa podia gostar de viver numa cidade-grande, não me fazia sentido.

Mas, quando se vive na cidade, longe de um computador, encontrando pessoas de verdade, você pode se sentir mesmo parte dela, e achar isso bom.

Que todos são parte de um conjunto maior. Até um lunático te meter 5 balas.

Enfim: isso foi o quê eu experienciei na minha segunda-feira, até voltar pra casa, ligar o computador e esquecer parte desse feeling todo.

K-2 desligando~

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Se Me Perguntassem...

Bem, resolvi que iria mudar meu perfil no orkut, e faz alguns meses que eu tenho o mesmo texto no meu perfil porquê eu gostava dele, então decidi "imortalizar" ele aqui, com algumas melhorias, espero que vocês gostem! =]

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Se me perguntassem quem foi o melhor vocalista...
Eu ficaria entre John Lennon, Eddie Vedder, Freddie Mercury, Joey Ramone, Ozzy Osbourne e Robert Plant.


Se me perguntassem quem foi o melhor guitarrista...
Eu ficaria entre Jimi Hendrix e Jimmy Page.


Se me perguntassem quem foi o melhor baixista...
Eu ficaria entre Steve Harris e John Paul Jones.


Se me perguntassem quem foi o melhor bateirista...
Eu diria com toda certeza que foi John Bonhan.


Mas se me perguntassem qual foi a melhor banda de todos os tempos...
EU DIRIA, MEU CARO, QUE LED ZEPPELIN FOI ABSOLUTO!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Felicidade

"Felicidade é o intervalo de tempo entre ganhar um tênis com luzinhas e as baterias dele acabarem."


Eu nunca tive um tênis com luzinhas.

D:

terça-feira, 31 de março de 2009

Meio Ano

Yo leitores dessa coisa querida a qual chamo de blog! =D
Também acabei não postando nada ontem. O motivo? Nenhum, só não me deu na telha! XD

Enfim, na madrugada do dia de hoje eu divaguei um pouco, não foi uma brisada, mas refleti sobre períodos de tempo... Mais especificamente sobre o período de 6 meses...

Será que 6 meses é muito tempo? Ou pouco tempo?
Quando se diz "6 meses", parece pouco né? Apenas 2 trimestres, 3 bimestres, aproximadamente 190 dias... Opa. Aí já soa um pouco mais pesado, CENTO E NOVENTA DIAS. Agora, será que "meio ano" é muito ou pouco? METADE DE UM ANO, mas um ano é muito tempo?

Se vermos pela expectativa de vida de um ser humano, um ser humano comum (ou seja, nada de Dercys e semelhantes), digamos otimistamente uns 80 anos, um ano parece apenas um pequeno lapso, uma fase, um período médio.

Se vermos pelo ponto de vista humano, pelas coisas que podem acontecer em um ano, pelo que podemos fazer, aprender e ver, um ano parece um período longo, cada um sendo muito importante.

Mas, e se vermos para o mundo? Um ponto de vista universal? Um ano seria... Uma fagulha. Uma fagulha no meio de um incêndio. Logo se apaga e outras instantaneamente passam na mesma velocidade. Meio ano seria metade disso. Seria apenas "meio ano"...

Mas não importa o quão longo ou curto seja o período de tempo, a importância dele é no que se passou nele. Quando perdemos um ano de nossa vida sem fazer nada de mais, soa como se fosse muito tempo. Mas para a pessoa que perdeu esse um ano, ele foi um período insignificante. Daqui a alguns anos, ela vai olhar pra trás e anular dos pensamentos aquele tempo, foi apenas um lapso de sua vida...

Quando a pessoa tem alguma coisa boa, importante, inesquecível, algo que a deixe feliz, quando vive a melhor época de sua vida - seja um ano, um mês, uma semana, UM DIA - esse período é imortalizado para sempre, logo, a importância de um período de tempo não é relacionada com sua duração, aquela fagulha no meio do incêndio pode começar outro incêndio na construção ao lado antes das grandes labaredas. É aquele ditado de "tamanho não é documento", mas acho que aqui ficaria melhor algo como "duração não é importância". Claro, se algo é bom quanto mais durar melhor, estou só dizendo que aquele dia em que você andou de bicicleta sem rodinhas pela primeira vez foi bem mais importante pra você do quê todos aqueles anos que você passou andando com rodinhas. (Isso foi só um exemplo, sei que tem gente que nunca andou de rodinhas ou que nem gosta de andar de bicicleta, mas deu pra entender o quê eu quis dizer né?)

A partir daí cada pessoa pode tirar sua conclusão. A minha é que cada dia, embora seja um período insignificante de tempo, é importante. Um dia perdido é MUITO.

Com isso encerro o post de hoje, mas antes disso, quero deixar um tributo à pessoa que eu mais amo no mundo...

JÚLIA, OBRIGADO POR ME ATURAR POR ESSES 6 MESES E UM DIA! Metade do nosso primeiro ano, primeiro de todos os outros!! \*0*/
Posso dizer que te amo e preciso de você aproximadamente 190 vezes mais do há 6 meses e 1 dia atrás... >3<
Aishii~ *-*