domingo, 28 de junho de 2009
A Triste História do Pobre Ktak
Essa história surgiu de uma brisada master-loka, depois de ter comido pizza de cogumelos, de chocolate e litros de coca-cola no aniversário da Gabi-chan~ xD
Bem, estávamos tomando nosso rumo para o fim da noite quando o assunto morreu e eu comecei a brisar loucamente, depois que vi uma embalagem vazia de Tic-Tac na rua e ouvi o Jan Poul falar alguma coisa sobre PÃO, eu comecei a contar essa história, improvisando enquanto andávamos... Aqui está um pouco diferente mas o espírito é o mesmo:
A Triste História do Pobre Ktak~~~~~~~~~~~~~~~~
Num belo dia de verão o jovem Ktak estava indo na padaria...
Ele chegou lá e foi falar com o padeiro, que se chamava Janjão.
Ktak apoiou os braços na bancada e disse:
-Oi, você poderia me ver um pão?
Daí o padeiro disse:
-...Pão? Não temos pão aqui não filhão, isso é uma padaria...
Ktak saiu da padaria confuso.
Mas, para fazer a viagem valer a pena, decidiu ir no açougue antes de voltar para casa...
Ktak entrou no açougue, andou até o balcão e ficou na fila até chegar a sua vez.
O açougueiro se chamava Jorge, e ele disse:
-Boa tarde, o que o senhor gostaria?
Ktak então respondeu:
-Eu queria alguma carne...
O açougueiro olhou Ktak de cima a baixo e disse:
-Você está louco homem?? Carne no açougue??? Não temos isso aqui não, você veio no lugar errado.
Ktak saiu abismado do estabelecimento, e decidiu que precisava de glicose.
Ktak andou até uma bomboniere, e chegando lá foi falar com a atendente.
Era uma jovem muito linda, chamada Gesisbela, e Ktak lhe disse:
-Com licença, olá, eu queria... Uma balinha, sei la...
Gesisbela ficou em silêncio por alguns segundos e então disse:
-Bala na bomboniere? Era o que me faltava, daki a pouco vai me dizer que quer um bombom... Só louco que me aparece, viu! Não temos balas aqui, isso é uma bomboniere!!
Ktak então começou a achar que estava louco.
Ele então decidiu que devia ir se internar, afinal, um mundo em que não se compra pão na padaria e carne no açougue, só pode ser loucura!
Ktak foi até o hospício, e quando chegou lá disse ao atendende, que usava um crachá escrito "Oi, meu nome é Bruce":
-Oi Bruce, eu acho que estou louco, queria me internar e tal...
Bruce olhou com cara de desgosto pra ele e disse:
-Se internar num hospicio? Aqui não internamos ninguém não!
Ktak fez silêncio, Bruce continuou:
-Não fique assim senhor, se você quiser, nós temos pão... Carne... Bala....
Ktak começou a girar, e girou tanto que explodiu.
Desde esse dia, Ktak assombra todas as padarias, açougues, bombonieres e hospícios do mundo, nas noites chuvosas de inverno...
Fim! :3
Sim, perderam seu tempo, até a próxima! XD
domingo, 14 de junho de 2009
Filomena, a Guitarra
Vendo que minha tentativa de história escrita foi um EPIC FAIL, vou ficar só com os quadrinhos a partir de agora.
Vivendo a aprendendo~ ^-^
Vou tentar dar uma revivida nesse bloguinho empoeirado, e preciso antes de tudo dar uma notícia MARAVILHOSA!!! \*0*/ (pra mim)
Eu...
Tenho...
Uma...
GUITARRAAAAAAAAA!!!! \,,/,
-insira headbang loko aqui-
É uma Golden pretona, e o nome dela é Filomena~ *-*
(nem preciso dizer que eu mesmo batizei né?)
E foi uma PECHINCHA! Trezentas patacas a Filó e um amplificador, tudo bonitim e completo! <3
E três coisas que eu descobri depois que comprei a Filó: Minha prima Bia/Yuu-chan têm uma I G U A L . (o nome dela é Negona xD)
Meu amigo daqui do condomínio Thiago/Teegh planejava comprar ela já fazia mais de uma semana, mas eu comprei ela logo no dia seguinte que eu tinha visto o anúncio! X3
Ainda to me sentindo mto fdp por causa disso! xD
E o mais legal, se formos ver os membros da Onigiri Dan, daria uma banda! *0*
Eu e a minha prima temos guitarras (iguais x3)~
O Capelo tem um baixo e a Luu, namorada dele, tem um teclado e uma bateria~
Minha amada Juju-chan quer tocar bateria a qualquer custo, e pode recorrer a bateria da Luu 8D~
E o Mark... Hum... Vocalista? xDD
O único problema é que eu e o Capelo moramos em Santo André, a Bia e o Mark em São Caetano, e a Luu e a Juju na Terra das Bergamotas (piada interna)... Sem falar que o Mark não é lá um cantor, eu e a Bia mal começamos a tocar alguma coisa e a Juju nem começou a tocar bateria... O Capelo saca alguns lances de baixo e a Luu deve ser razoavelmente boa no teclado, mas ninguém tem muita moral~ ^^"
Bem, a gente supera! =D~
Para concluir devo lembrá-los que hoje, 14 de Junho, um domingo que encerra o último feriado até as férias, é Dia do Doador de Sangue, por isso, DOEM SANGUE, RÁPIDO, OU MORRAM! (ou não)
Contagem regressiva para o dia que mais aguardo no ano:
35 dias... *¬*
Comentários finais... KEEP IT UP, ROCK'n'ROLL! GOOD MUSIC SAVE YOUR SOUL!! MISFITS, TWILIGHT ZONE, R.A.M.O.N.E.S., R.A.M.O.N.E.S., RAMONES!!!
Até mais pessoal! o/
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Noite Vermelha - Capítulo 2
Anyway, empaquei no capítulo 3, pode demorar pra sair. x-x"
Espero ter explicado a cidade de um jeito que todos vejam ela como eu vi, provavelmente eu ainda poste um desenho dela. =D
Comentem, comentem, comentem!! ;;
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CAPÍTULO 2: VECTORIA
Levantei e caminhei até a varanda de pedra, aonde observei a cidade. Já conhecia a paisagem de cor, mas admirá-la sempre me fez sentir mais seguro depois dos meus pesadelos. A sensação de proteção reina quando se observa as construções de pedra e rocha brancas que vão se sobrepondo, formando uma escada que quase se fecha num semicírculo na costa interior da montanha em forma de “C”. Desviei meus olhares do céu aberto noturno e tentei olhar para o chão lá embaixo, em vão, a altura e o ângulo não permitiam. O solo só era visível quase ao horizonte, acima da muralha que fechava o “C” natural da montanha.
A cidade é muito bem dividida e organizada, sem falar no quanto é rígida para manter a segurança. A divisão é baseada nos andares dessa “escadaria”, após passar a muralha você tem uma área comercial de barracas e estandes, cercada pelas casas de pedra dos comerciantes, que formam no nível do solo o primeiro “degrau”. Se sobrepondo a elas estão as casas dos civis, se elevando até o sexto “degrau” da montanha em escadarias quase que labirínticas.
O sétimo “degrau”, logo abaixo da minha varanda, é mais uma muralha, para proteger a parte mais superior da cidade supondo que a primeira falhasse. Várias janelas mínimas se abrem nas paredes rochosas para a ação de arqueiros, e todos os telhados e escadarias até aqui contam com vigias e guardas.
Acima disso está o oitavo “degrau”, aonde me encontro. Aqui é a moradia dos guerreiros e cavaleiros mais respeitados, e dos convidados de honra, aonde pessoas importantes que vêm para cá se alojam.
Acima deste “degrau”, separado pela maior diferença de altura e apenas um acesso localizado no centro do “C”, está o topo da cidade. O palácio do Rei Veto VIII e um jardim suspenso cercado de estátuas e monumentos à memória da humanidade.
Esta é a mais bem sucedida cidade do homem, e um dos maiores oásis da raça humana desde a Guerra Negra. Esta é Vectoria.
Lembro de quando entrei por esses muros pela primeira vez... Nunca tinha visto construções desse tipo, nunca tinha visto algo tão grande, nunca tinha visto tanta gente, fiquei abismado com tal vislumbre. Era tão diferente que de início não admirei, achei muito estranho, mesmo ao lado de meu mestre e mentor eu estava perdido. Pela primeira vez desde que tinha começado meu treinamento falhei na minha confiança, me sentia como uma formiga.
Quando meu mestre me disse no meu aniversário de 18 anos que eu estava pronto para conhecer o mundo e completar meu treinamento, não tinha como me preparar para isso, não tinha como preparar um garoto vindo de um humilde vilarejo que acabara de completar dez anos isolado do mundo numa floresta para a magnitude de Vectoria. Levei anos, mas por fim acabei me acostumando à vida na cidade.
Assim que chegamos começaram reviravoltas na minha vida, para meu espanto meu mestre foi recebido como convidado de honra, e como seu aluno, me foi concedido este alojamento superior. Não muito tempo depois de nossa chegada fui nomeado pelo Rei um Paladino de Vectoria, classe mais respeitada da cidade e reconhecida mundo afora. Lembro desse dia até hoje, e enquanto espero que o amanhecer me certifique de minha insônia, mergulho nessas memórias...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Noite Vermelha - Capítulo 1
Estou empacado no terceiro, mas acho que em mais uma aula de história eu termino! xD
(o formato da postagem vai ser horrível, CULPEM O BLOGGER!)
E comentem, critiquem! *0*
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As casas queimavam em fogo alto, bem alto, os celeiros tão familiares crepitavam e desabavam consumidos pelas chamas. Sabia que tinha que sair dali antes que tudo viesse abaixo, mas a madeira do teto havia cedido, caindo e bloqueando a única saída que não estava envolta em chamas. Entre esses destroços havia um pequeno vão, quando o notei fui tomado por uma sensação de oportunidade, sabendo que talvez fosse a última, mas o entusiasmo acabou quando me toquei que apenas o meu corpo era pequeno o suficiente para passar por ali.
― Vá, corra, viva! ― Dizia a voz da minha mãe, já tão fraca.
Avancei um passo, olhei pra trás, hesitei. Encarei o vão sem pensar nada, apenas refleti o vazio, não queria mais sair dali. De repente me senti envolto por dois braços musculosos, e estava sendo carregado.
― O quê está fazendo? Não ouviu sua mãe? Vá!!
E fui jogado pela pequena passagem, aterrissando na grama do lado de fora do celeiro. Não tive tempo de sentir nada, um som alto e penetrante me fez correr em desespero na direção da floresta que se erguia depois da campina. As nuvens cinzentas distorciam a linda paisagem que ela deveria ser, e enquanto corria pelo terreno escuro me lembrando da simplicidade do dia anterior em que corria apenas por diversão entre as gramíneas amareladas que pareciam reivindicar seu espaço entre as árvores que cercavam o vilarejo, vi passar quase que num flash uma sobra serpenteante, e o vento de sua passagem foi assolador. O medo de não olhar para o céu superou todos os outros impulsos.
A campina acabara e eu já estava na sombra das árvores, com um último impulso de coragem incentivada pela curiosidade infantil olhei para trás e vi aquela cena inesquecível, todo meu vilarejo destruído, queimando sob a escuridão das nuvens cinzas, que se elevavam alto no céu anulando qualquer chance de se perceber que devia ser dia.
Depois disso apenas olhei para frente, e com a visão embaçada com a umidade de minhas lágrimas, corri e corri, apenas corri, por muito tempo. Lembro de ter gritado alguma coisa, mas por mais que eu me esforce não me recordo o quê foi.
E com isso, mais uma noite foi perdida com o mesmo pesadelo.
Burrice é POUCO!!!
18 dias sem postar... Eu via o tempo passar, mas simplesmente não tinha a menor força de vontade pra fazer qualquer coisa! x-x"
Compensarei vocês! ò0ó/
Hoje teremos 2 posts, um com o 1º capítulo de Noite Vermelha que eu já devia ter postado há muuuuuito tempo, e esse aqui com um acontecimento que quase me fez chorar de dor cerebral hoje na escola...
Foi triste. ¬¬
Vamos identificar as duas alunas/criaturas pelas letra "T" e "M", sendo que a "M" foi a mesma anta cega do post da RAIVA MORTAL...
(http://k-2logia.blogspot.com/2009/03/raiva-odio-mortal-escrito-sangue.html)
Aula de Geografia, tema África.
Professor: Alguém pode me dizer o nome do rio mais famoso da África?
T: AMAZONAS!! o/
Professor: ........... AMAZONAS?? ÁFRICA???? -todo mundo sofrendo-
T: Aah... África... Nilo?
Professor: Isso... O NILO!
M: Peraí! Nilo não fica no Egito?
Professor: Fica. '-'
M: E então!
Professor: E o Egito fica aonde?
M: .... No egito, ué!
Aluno: ÁFRICA P-RRA!!
M: O EGITO NA ÁFRICA?? <Õ>
Professor: Sim senhora... --'
-um tempo depois-
Professor: [...] E é por isso que temos algumas grandes cidades próximas de rios como o Nilo...
M: Ah, legal! Tem casinhas na África? 8D
Professor: Han, sim...
M: Casas como?
Professor: Que nem aqui ué. o-o
M: Casas e prédios?? o0o"
Professor: Como qualquer cidade normal... Como São Paulo... --'
M: As pessoas não moram nas pirâmides, sei lá?? o0o""
-silêncio total-
Professor: Não... Cidades normais....
-choros e dor-
Aluno: Ei! Quem quer ir na pirâmide do meu tio nas férias?? xDD
M: Pô, como eu ia sabeeer? ;;
...
Sem falar no espanto da criatura quando o professor falava que na África tem florestas como a Amazônia... Que eles vivem de agricultura... Ou quando falou que Marrocos fica na África...
Resumindo, alguém conhece pessoa mais ignorante? Ò__Ó
EU QUASE TAQUEI MINHA APOSTILA NA CABEÇA DELAAA!!! MESMO!!!!
(tive que segurar a mão com a outra)
Acho que quando uma pessoa nasce burra... Não podemos fazer mais nada... ELA MORRE BURRA!!!
Bem... Capítulo 1 logo mais, feliz Dia do Matemático e Dia da Coragem para todos! (porquê tem que ter muita coragem pra encarar a matemática)
Cya! ^^/
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Noite Vermelha?
Eu juro que pensava que haviam se passado no máximo uns 5 dias desde a minha última postagem. '-'
Quase que eu fico nove dias sem postar denovo, gomen! @_@
Bem, hoje eu tive aula de redação, a aula mais chata e dormível de todas...
Não que eu não goste de redação, eu adoro. Mas a professora não consegue fazer nada com a sala e desde o ano passado ela só entra, dá os exercícios, recolhe e vai embora! D:
E hoje não foi diferente, a não ser que, pela primeira vez desde o fundamental, um dos exercícios pediu pra montar uma redação de tema L I V R E ! \o/ -faz a festa-
A única condição era usar uma narração descritiva, não é o meu tipo mas lá fui eu. ~/o/
E, descobri que sou bom com descrição. '-'
Acabei fazendo tipo um "prólogo", e entreguei a atividade. Ao invés de dormir/desenhar o resto da aula como de costume, decidi escrever o 1º capítulo da tal história. '-'
E acabei fazendo o 1º capítulo inteiro, e já pensei no que vai acontecer no 2º~ '-'
EU TIVE UM ATAQUE DE INSPIRAÇÃO DO NADAA! <Õ>
Isso normalmente acontece comigo só quando tô no banheiro~ xD
Por enquanto o nome do projeto será "Noite Vermelha", se eu pensar em algo melhor ou se depois de terminar não combinar muito, eu mudo o nome e deixo esse como o título do capítulo em que o prólogo se passa.
Aqui vai o tal prólogo, espero que cause a impressão que eu queria:
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Abri os olhos e não conseguia acreditar no que via. Tudo ao meu redor era fogo, como se o terreno tivesse acabado de explodir, e ali estava bem à minha frente tal criatura que acreditava não existir. As escamas, rubras como o sangue que seca, chamaram minha atenção primeiro. Pareciam perigosamente afiadas e intransponíveis, e percebi de imediato que minha lança seria inútil.
Mas isso não durou muito tempo, minha atenção se desviou quando o animal abriu suas asas, estas escamadas mais levemente, em linhas retas e ofensivas, se assemelhando a um tecido rústico, e de repente a criatura parecia três vezes maior. Aquilo abriu sua boca de dentes que pareciam armadilhas e soltou um berrante agudo, seus olhos sedentos de sangue olhavam para o nosso grupo e tomavam a forma do ódio, brilhando escarlate com o reflexo das chamas.
Percebi o cavaleiro ao meu lado engolir em seco quando sentiu a pressão do bafo que soprava em nossas faces, era quente como se saísse do inferno, e depressivo como a visão de nossos túmulos. Era disso que eu tinha sido alertado e não acreditara, mas agora estava vendo com meus próprios olhos tais formas tão malignas. Com um suspiro de temor, o homem disse, concluindo algo óbvio:
― Dragão.
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É isso, me digam vocês se eu devo continuar com isso. '3'
Comentem, e podem criticar a vontade! \^^/