"And now for something completely different..."

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Não Tá Fácil

Faz tempo que eu não posto aqui. É que todas as coisas andam realmente muito difíceis, e eu acabo perdendo a vontade de me manifestar. Me arrependo de publicar coisas sobre algo ou alguém. E até ter opinião tá difícil.

O mundo é tão bundão que dá asco. Cheio de haters e mimimi e ofendidos e pessoas que dizem que "estão defendendo direitos de minorias e oprimidos", mas na real só estão espalhando um discurso odiável, ofensivo e indiscutível, dirigindo sua espada à tudo e todos que não se aproximam com o rabo entre as pernas concordando com aquela ladainha repugnante (hello feministas, acham que sofrem mais que qualquer outra pessoa, mas é só mais uma manifestação de pessoas aproveitando uma desculpa ridícula para expor sua raiva e ódio da forma errada).

Daí você vê gente maneira como o Rafinha Bastos quebrando perante essa massa de bundões na internet, Cauê Moura desativando os comentários dos vídeos do canal dele para sempre... Até eu reparei que eu mesmo parei de comentar as coisas que eu acho absurdas em textos no meu blog. Tudo isso por que, se você dá a sua opinião, as pessoas te odeiam. As pessoas te isolam e te deixam sozinho. Você se torna o vilão.

A internet é o maior centro de pessoas bundonas demonstrando seu ódio, ira e julgamento. Mas sabe qualé? Se você presta atenção no mundo real, longe do monitor, as pessoas são assim também. Sempre foram.
Seres humanos são nojentos, repugnantes. Seres humanos sempre tem uma opinião de merda, e é impossível ser racional ou esperar qualquer sinal de inteligência ou civilidade de qualquer um de nós. Tá foda, tá foda.

Lembro de quando eu até aceitava discutir um assunto, ou se via alguém falando algo que eu discordava, eu tentava me meter no meio. Faz tempo que eu parei com isso, não falo e nem respondo ninguém. Não tem como suportar essas redes sem tomar uma postura de "foda-se" e não se importar. Porque quando você se importa, você fica se sentindo mal e passando nervoso com o que você lê. Fica com ânsia de vômito de verdade, a comida não desce mais.

E a única saída é ficar assim mesmo. Desativando comentários pra não começar nenhuma merda. Ou apenas dizendo "não responderei comentários nessa publicação". E a capacidade humana de dialogar vai para o saco.

Bem, não responderei comentários nessa publicação, fica apenas o vídeo. Tá foda, na real.



Mas agora 2014 está se encerrando. Foi um ano horrível em todos os aspectos. Espero que em 2015 eu possa voltar a postar umas coisas divertidas e achar algum rumo ou sentido novamente. No momento é só isso, valeu.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Pesadelo do Prédio

Olá, meu(inha) caro(a) leitor(a) imaginário(a) que não desiste nunca!

Desculpe pela estiagem de postagens, mas é que o conteúdo desse blog vem direto do Sistema Cantareira. Porém, essa ideia de racionamento de posts é desnecessária, e prometo que se eu for reeleito, nunca ficaremos sem conteúdo! Ah, e meu nome não é Geraldo.

Piadas à parte, decidi compartilhar aqui com vocês esse pesadelo que tive mês passado. Não sei se, lendo, ele parece assustador. Mas estava cercado por aquele creepy-feeling de sonhos onde você se sente observado e perseguido.

Começou como todo bom sonho: Já estávamos no local, sabendo os motivos para estarmos no local, porém sem explicações de como chegamos no local, ou de onde viemos.

Nós (caso já esteja se questionando) éramos eu (supimpa como sempre) e a Stéffie.

O local era um edifício velho e abandonado.

O excelente motivo para estarmos num lugar tão clichê desses era que a Sté alegava ter morado num apartamento daquele edifício por anos, e o prédio estava para ser demolido. Ela queria ter a oportunidade de reviver suas memórias naquele lugar, despedir-se... E, claro, tinha medo de invadir o local sozinha. Justo.

Pulamos uma grade de ferro e entramos na propriedade. O local todo era bem cercado de outros edifícios, como num bairro de cidade grande, mas essa grade dava acesso à um beco que levava entre eles até a entrada do prédio em questão. O beco também estava visualmente abandonado, com o chão esburacado e rachado, e grama crescendo entre as rachaduras. O aspecto exterior do edifício era todo de concreto, cru, velho e sem pintar.


Uma vez lá dentro, nós dois subimos por uma escadaria apertada e claustrofóbica até o andar em que ela morou, próximo ao topo (deviam ter no máximo 10 andares, o dela sendo o antepenúltimo). No entanto, o que deveria ser um prédio de apartamentos parecia mais ser um edifício comercial, de escritórios. Saindo da escadaria, o ambiente interno era bem vasto, aberto, claro e iluminado, com as paredes exteriores todas abertas pro céu lá fora, onde antes eram grandes janelas. As paredes dos cômodos e apartamentos mais pareciam divisórias, com bastante aberturas, onde antes haviam portas e janelas de vidro fosco. O chão era de madeira bem clara e laminada, as inúmeras paredes e divisórias eram beges, marrom claro ou marfim, e o teto e algumas colunas eram brancos. Realmente, tudo muito claro e iluminado. Definitivamente não seria um local aterrorizante.


Porém, era. Aquele andar era aberto demais, vazio demais, claro demais. Todo o resto de mobília que ainda estava ali encontrava-se coberto em grandes plásticos empoeirados, que junto com as cores claras e suaves, refletia o Sol opaco e acizentado lá de fora de uma forma quase... Mórbida. A poeira no ar também refletia essa luz, fazendo parecer haver uma certa névoa esbranquiçada dançando ao nosso redor.

E mais. Tinha essa sensação de pesadelo. Eu sabia, com certeza, que havia alguém (ou algo) ali. Podia imaginar perfeitamente uma forma humana magra, nua e retorcida, arrastando-se e contorcendo-se sob o chão, ou sobre o teto. Mas a Sté não parecia se importar, estava completamente em modo NPC-de-sonho, andando pra lá e pra cá, falando sobre as coisas sem me escutar. Segui ela por um tour completo no que era seu apartamento de divisórias de madeira. Lembro-me que, num dado momento, ela havia me levado para ver o estranho banheiro de divisórias. Eu entrei no box do chuveiro para ver como era aquilo... E quando saí, por alguns segundos, ela sumiu. Me senti sozinho e abandonado, perdido no local. Apenas alguns segundos até ela aparecer de novo e continuar seu tour. Porém o suficiente para ter me deixado bastante assustado.


Enfim começou a escurecer, e o ambiente todo tomava uma cor alaranjada, ofuscante e alarmante. Eu sabia que definitivamente não iria querer estar ali quando essa luz acabasse. Caminhar até a porta da escadaria claustrofóbica no interior do andar passou-me uma grande inquietação, como se não devesse entrar ali outra vez... Mas quanto antes saíssemos, melhor. No entanto, antes de descermos os primeiros degraus, a Sté surgiu com uma "maravilhosa" ideia romântica: Assistirmos ao pôr-do-sol na cobertura, e depois observarmos as estrelas como ela se lembrava de ter feito durante o tempo em que morou ali. À essa altura, o modo NPC dela só havia piorado, e foi logo subindo as escadas entusiasmada sem ao menos dar atenção às minhas reclamações.

Segui-a até o final da escadaria, que dava para uma cobertura sem parapeito nenhum, toda de concreto e cimento áspero, cinza e velho, desses que não são confortáveis de sequer apoiar a mão, quando mais deitar-se para observar as estrelas. Sentamos na borda e observamos o Sol se pôr entre os edifícios ao redor... E conforme escureceu, deitamos lado-a-lado para observar o céu.

Não sei quanto tempo passou, afinal, a Sté-NPC passou horas e horas segurando minha mão e falando sobre o universo e as constelações... Até que alguma coisa no meu campo de visão chamou minha atenção. Levantei-me de súbito, sentando no chão, para ver o que parecia ser uma criança de pé, na borda da cobertura, de costas pra gente. O que mais me incomodou era que estávamos deitados antes tipo com o pé tocando a borda, então essa criança já estava praticamente do nosso lado... Eu devia ter reparado nela quando saiu da escadaria às nossas costas e passou pela gente até chegar ali. Então, ela se inclinou pra frente, e mais uma vez eu levantei de súbito, dessa vez ficando de pé e esticando minha mão até ela, porém já era tarde demais. A criança se jogou do topo do prédio.

Quando eu parei na borda e olhei para baixo... Estava bem escuro no beco, porém não ouvi nenhum barulho de queda, e não enxerguei nenhum corpo. Quando me virei para trás, para a Stéffie... Cadê? Olhei ao redor, e não havia mais ninguém.

Aquela sensação de perigo e desconforto voltou drasticamente, estando agora no topo de um edifício escuro e completamente sozinho. Quando olhei na direção da porta da escadaria, no meio da cobertura... Tive um calafrio horrível. Eu deveria descer por dentro do prédio e ir embora, mas e o cagaço? Não, era mais que cagaço, eu tinha certeza absoluta que entrar ali era a última coisa que eu deveria fazer.

Considerei, então, passar a noite toda ali. Esperar clarear. Não sabia que horas eram, mas por bastante tempo, mantive essa ideia. Passeei um pouco pela cobertura, dando a volta... Até que finalmente reparei numa escadaria de incêndio, daquelas de ferro no melhor estilo americano na lateral do prédio. Dava direto pro beco abandonado lá embaixo. Considerei-me salvo, pois agora podia descer sem passar pelo lado de dentro.

Conforme descia os lances de escada, que rangiam, enferrujados, eu passava ao lado das janelas de cada andar. Eu havia me esquecido delas. Aquelas janelas grandes, do tamanho de uma porta. Abertas, sem vidro. Cada uma delas dava uma visão mais perturbadora do lado de dentro do edifício, escuro, amplo e vazio. Sempre que passava por uma, a cada andar, sentia-me terrivelmente vulnerável. De repente, estar fazendo aquilo parecia uma péssima ideia. Mas já estava quase na metade, só podia continuar descendo.

Porém, mesmo evitando olhar pelos andares que eu passava, fui reparando em algo... Na quinta janela, me senti observado de longe. Na sexta janela, sem ter muita certeza, pensei que poderia haver alguém bem lá ao fundo do andar, nas sombras. Na sétima janela, pensei ter visto o vulto de alguém, no meio do andar, de pé. Na oitava janela, o vulto estava mais próximo da janela. Comecei a descer as escadas restantes correndo desesperadamente, pulando completamente cada lance de escada, fazendo tudo balançar e ranger, sem nem mais olhar para o lado.

E então foi tudo muito rápido. Cheguei ao final da escadaria de incêndio, que ainda era um andar mais alto que o nível do chão. Normalmente haveria uma escada vertical para se soltar, mas eu nem pensei nisso e nem sei se estava ali ou se estava quebrada, eu só ia pular. Mas não pulei direto, eu virei de costas e me preparei pra me pôr pra fora da escada e me soltar. Ou seja, virei de frente pra parede, onde havia uma janela bem aberta.






Eu já estava me abaixando, e assim que virei de frente pra parede, me encontrei cara-a-cara com a Sté. Pálida. Mórbida. Creepy. Olhos vazios e negros. Boca aberta e gritando. Pulando de dentro do prédio, tentando segurar minhas mãos. Me desvencilhei, soltei as mãos e caí no beco.

E foi nessa hora que eu acordei. Definitivamente não voltei a dormir naquele dia.

Vale pensar que, se ela foi pega, foi pega em algum momento em que estávamos lá dentro...
Provavelmente, naquele momento em que ela sumiu enquanto eu olhava o chuveiro...
O que significa que não era mais ela que estava comigo na cobertura...

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Moments: Twelfth Edition

Bem a tempo de não deixar Abril sem nenhuma postagem. o/

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Ask.fm: Já comeu um cuzinho?
Eu: Eca, meu pau é refinado demais pra comer num lugar tão sujo.

Eu: World War Z: Filme que você assiste, não ganha e nem leva nada consigo, e depois deleta do seu HD. Depois, não comenta nada com seus amigos.

Eu: MANO, VOU DORMIR TÃO HARDCOREMENTE AGORA! *se joga na cama e explode*

*le treinando Swordplay com Qjn, quando começa os taunts*
Qjn (com uma lança curta apelidada Arpão): Está na hora de pescar, capitão. HAHA!
K-2 (com uma maça gigante apelidada Priest): Reze pela sua vida, marujo!
Qjn: Ave Maria cheia de YAARRR!!! *ataque surpresa*
*risos*

*jogando RPG O Mago, party perdida na umbra, quando espíritos violentos atravessam pra realidade por nossa culpa, podendo ter consequências desastrosas no mundo real*
Contriller: Pô, antes lá do que aqui com a gente. Não temos que nos preocupar. Eles tem tanques lá.

Tuti: A vida não é um morango, nem sempre tu vai ter alguém com quem sorrir.
Eu: A vida é uma BOSTA, e tem pedaços de morango que já foram digeridos. Mas tá tudo cagado e fedido. E não vale a pena relar a boca ali.

Eu: Shadow of the Colossus é a melhor história de amor já criada. E olha que a garota estava morta durante todo o game! ... Talvez seja por isso. -q

Eu: Culpa é que nem meu pênis, e eu coloco em quem eu quiser.

Eu: Preconceito? Que coisa de viadinho de merda.

Eu: Sisters of Mercy tem bastante músicas com nomes de mulheres: "Alice", "Lucretia", "Marian"... Vai ver elas são as tais irmãs da Mercy.

Ata: 2014, parabéns. Em 2 meses você superou a desgraça que foi 2011. Estou impressionado. (fato)

Eu: Mendigos e pombas são praticamente a mesma coisa, cara. Dá até pra imaginar os dois trocados. Tipo, dar esmola pra pomba e limpar cocô de mendigo de cima do seu carro... Daí você vai lá e joga pão pros mendigos e eles vem bicando o chão falando "prrruuu prrrruu"... "Filha, não toque naquele mendigo, eles passam doença..."
Capelo: E passam fome também.
Eu: Passam necessidade.
Capelo: Passam vontade.
Eu: Passam vergonha.
Capelo: Nossa mano, vamos parar antes que alguém venha e bata na gente.
Eu: É, vai que aparece uma pomba do nada e vem nos agredir com uma garrafa quebrada.

Dud: Ultimamente estou com tanta raiva de tudo, ô fúria desenfreada...
Qjn: relaxa toma 1 chazinho
Eu: Relaxa o caralho, "você tem que matar".
Qjn: E depois de matar você oferece a outra face.
Eu: E depois de oferecer a outra face você pega duas alfaces, come uma e oferece a outra alface.
Qjn: Certifique-se de que a alface oferecida está ENVENENADA.
Eu: E certifique-se de lavar bem a alface que irá ingerir.
Qjn: E certifique de certificar-se que as certificações dos certificados estão certificadas apropriadamente.
Eu: E certifique-se de MATAR.
Qjn: MATE TANTO QUE ELES ESTARÃO MORTOS ATÉ A MORTE. ISSO SE NÃO MORREREM ANTES!
Eu: E DEPOIS USE OS CORPOS DELES PARA PLANTAR MAIS ALFACES!
Qjn: E USE AS ALFACES PARA MATAR MAIS E USE OS CADÁVERES PARA PLANTAR MAIS E ASSIM SUCESSIVAMENTE NUM CICLO DE ÓDIO E SALADA.
Eu: E assim ilustramos como ficar rico com a pacífica indústria vegetariana.

*lalalala rolezando pelo Sogo Plaza com a Isis, Capelo e Lise*
*elevador do andar repentinamente abre atrás da gente enquanto observamos uma loja*
Voz da Yukio: Nossa, olha! Parece- É O CADOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOIS!!!
*a wild Yukio e Alão appears from the elevator, nos abraçam e nos arrastam pra dentro do elevador enquanto gritamos, sem nenhuma explicação*
Eu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI CARALHOOOOOOOOOOOO!!!
Alão: VEM CÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!
Lise: ONDE VOCÊS TÃO NOS LEVAAAAAAAAAAAAAAANDO?!?
Capelo: AI MEU DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELS!!!
Isis: ...
(esse dia foi loco)

*passando por uma estação de metrô, diversos caras reunidos no local com camisa do Palmeiras*
Eu: Que bom que estão arborizando as estações, né?
Capelo: Ahm?
Eu: Várias palmeiras e tal.
Lise: ... AFFE.

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Feliz Abril atrasado pra vocês! *cara de pau*
#partiucomeçarciclosdeódioesalada

segunda-feira, 24 de março de 2014

Cinco Anos Cadoislógicos

Esse post e suas memórias devem ser lidos ao som dessa música:

Então, hoje o Cadoislogismo completa cinco anos. Parabéns pro blog.

Bolo, e conselho tutelar, serão servidos ao final do post.

Cinco anos não se completam todo dia (só a cada cinco anos, e olhe lá!). Esse blog acompanha de perto a minha vida, sendo então um registro de altos e baixos e médios e mais baixos ainda. A própria linguagem das postagens, quando comparada com os posts mais velhos, mudou bastante de acordo com o tempo, assim como eu mudei e muitas coisas aconteceram e foram definindo minha vida. É uma estrada assustadora, quando eu olho para trás. Mas o blog está aí, seja na frequência que for, sobrevivendo, fazendo as pessoas pensarem, ou como de costume, rindo. Preferencialmente rindo.

Eu pretendia fazer algo similar ao que fiz aqui, quando o blog completou dois anos: Uma lista das melhores postagens. Mas quer saber? São todas legais demais. Se você pegar algo do mês passado, ou algo de 2010, será um post engraçado do mesmo jeito. Tenho bastante orgulho de meu conteúdo, ou da maior parte dele.

Nada foi alterado, o nome de ninguém foi apagado, nenhum comentário foi removido... Aqui, o tempo está cravado na madeira, inalterado. É bonito e estranho. Poucos aniversários são comemorados com as mesmas pessoas, elas vão e vêm, mas o blog fica. E que venham mais! Cinco anos, cara. Cinco anos praticamente me acompanha desde que considero que minha vida começou de verdade: Aos 16 anos, quando eu deixei de tentar (e falhar) em ser aquele cara normal de boné e roupas esportivas e ser 100% eu mesmo.

100% "what the fuck is this guy?"

Talvez eventualmente eu faça uma lista marota, mas tenho muitos posts favoritos. Se posso deixar alguma recomendação, é que continuem por aqui, acompanhando tudo. Por hora é isso, feliz aniversário, blog.

Oh, and the cake is a lie.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Esquete da Ligação Comercial

Olá leitores, leitoras e cegos não-leitores por consequência! Estou começando uma nova seção, uma mistura entre textos e moments. Se em textos eu posto material original escrito por mim, e em moments posto situações e conversas rápidas com outras pessoas, aqui em esquetes postarei conversas que tenho aleatoriamente com as pessoas, que acabaram formando uma cena imaginária. Então, edito essas cenas para tornarem-se apresentáveis e postáveis! Shall we start?

Esta foi escrita com a ajuda da minha camarada sulista Tuti. Ela fez a atendente feminina e a dona de casa, enquanto eu fiz o cliente. Agora, contemplem...

O esquete da Ligação Comercial!

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Atendente: Alô, senhor Gastrudes?

Cliente: Alô, quem fala?

Atendente: Aqui é a Stephanie, da companhia Bolinhos Recheados Waka Laka. O senhor gostaria de fazer uma assinatura mensal de nossos bolinhos recheados?

Cliente: Na verdade eu gostaria de fazer uma reclamação, meu bom senhor.

Atendente: *põe um bigode falso* Pois não, senhor?

Cliente: *olha estranhamente pro outro lado da linha na quebra de tela, como que desaprovando a piada em cena* Eu contratei um período de avaliação do seu serviço de bolinhos recheados, mas os bolinhos não chegaram em dia, e nem estava recheados.

Atendente: Perdão senhor, é difícil a transação de bolinhos interestaduais, e nossos recheios foram feitos para evaporar no caso de não serem consumidos em até 48 horas. Mas estamos para abrir uma nova sede mais perto do nosso maior público, então tais transtornos serão resolvidos em breve. Obrigado por ter se inscrito na fase de teste de produto e agradecemos sua avaliação. Agora, gostaria de assinar nosso pacote de bolinhos recheados mensais?

Cliente: Mas senhora, eu recebi bolinhos atrasados que não estavam recheados! Como posso assinar um produto que não me chegou como paguei para recebê-lo? Quero apenas meu dinheiro de volta, moça.

Atendente: *retira o bigode falso* Como eu disse senhor, era apenas a fase de teste, e o senhor avaliou as condições do produto, tanto o recheio de segurança evaporante como o serviço de entrega interestadual. Somos muito gratos por isto, senhor, e infelizmente o contrato não predizia reembolsos e não ocorrerão retornos financeiros. Para testar a qualidade integral de nossos bolinhos, agora com uma sede perto de você, gostaríamos de oferecer o serviço mensal e estável. O senhor desejaria recebê-lo?

Cliente: Mas seu animal, eu já disse que só desejo receber o meu dinheiro de volta! Fiquei completamente insatisfeito e nem pude comê-los, arrependi-me com a qualidade em que chegaram! Então parem de latir e empurrar pra mim esse serviço de vocês!

Atendente: Au au, woof woof! Barf barf, wan wan, arf arf... *coça a barriga* Growl growl... *rola no chão* Au au au! *dá a patinha com a lingua de fora*

Cliente: Own. Eu assino.

*tela apaga, mostrando um televisor enquanto uma voz sóbria anuncia*

"Este quadro foi cancelado por ter ficado muito idiota. A emissora gostaria de se desculpar, portanto fiquem agora com uma cena de nudez frontal completa." *CENSURADO*

Dona de casa: *desliga o televisor* Os canais hoje em dia tem cada vez mais pudor. *comendo bolinhos recheados*

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A referência pythonesca é clara.
Espero que tenham gostado! o/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Daft Punk

A voz zoadinha e ritmada é proposital, entendedores entenderão.

Só para ilustrar a recente revitalização do meu vício em Daft Punk. Talvez até mude a temática do blog de Scott Pilgrim e cores de quadrinhos para algo meio TRON meio colorful Daft. Que acham? (votem na enquete ali ao lado)

Btw, fazer esse plano de fundo animado custou um rolezão de pesquisas demoradas de madrugada, tentativas e erros. Mas afinal consegui pegar a source que eu queria utilizar como background, converter o .swf pra .mp4 e então o vídeo em .gif animada num bom tamanho de wallpaper. Pelo menos desse jeito utiliza menos memória, rodando até que tranquilo aqui. Já o screensaver eu baixei um conversor, e ficou aquela coisa de "trial version", não pretendo mantê-lo por muito tempo~

Enfim, quem quiser usar o mesmo plano de fundo, não seguro nenhum crédito pela imagem, apenas me esforcei para convertê-la aos meus padrões, então até a uploadeei aqui: Wallpaper Animado Daft Punk

Stay true, dafts!