"And now for something completely different..."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

O Sonho do Jantar de Magos

Esse foi um sonho muito loco que eu tive em Outubro de 2017, e levo o meu personagem do sonho em consideração até hoje.

Neste sonho, estávamos eu e a Marina, e nós dois éramos magos assassinos / mercenários.

Eu era mais focado no trampo de assassino, usando alguns itens mágicos para o trabalho, e usava um capuz com uma máscara tipo a do Corvo em Dishonored.


Very edgy.

E a Marina era uma piromante tipo a Chandra Naalar de Magic.


"And all I hear is: Buuuurn!"

Nós havíamos sido convidados para um Jantar de Magos, e eu já desconfiava que poderia ser uma armadilha, então fomos com nossas roupas de ofício, com pedaços de armadura e tal.

Chegando no local, ele era bem estranho. Imaginem tipo um salão quadrado, porém sem o teto em cima. Flutuando na altura de onde deveria ficar o teto, havia um chão retangular, onde ficava a mesa de jantar. Da mesa, você podia ver a paisagem em volta do salão, que ficava no topo de uma montanha, cercada de floresta e outras montanhas.

Na verdade, parece muito difícil de imaginar, então segue um rascunho de como era:


Conceitual.

A decoração parecia algo vindo de um filme de máfia japonesa em tempos modernos: Decoração chique, de azulejos pretos e pedras pretas, com lustres retangulares nas paredes, como se fossem caixinhas de luz inspiradas nas lanternas orientais. Uma escada em espiral de degraus de vidro flutuantes levavam do chão do salão até à mesa flutuante, e flutuando acima da mesa também havia um grande lustre clássico de vidro e velas.

Subimos os degraus de vidro para cumprimentar os outros magos que já haviam chegado. A maioria eram magos tradicionais, vestindo suas capas e capuzes, alguns com barbas longas. Entre eles reconhecemos um colega nosso do Swordplay, Hórus, que no sonho era um mago artífice, porém também vestia trajes mais tradicionais para um mago. Ele foi logo nos provocando:

- Isso é um jantar para magos de classe, nunca vi magos de armadura.

- No meu caso só uso de magia para complementar o meu combate. - respondi, sem ligar muito. Na verdade nem sabia direito o que estava fazendo ali, talvez pela curiosidade de ser ou não uma armadilha.

Deixei a Marina na mesa conversando com ele, enquanto alguns garçons ilusórios vinham flutuando trazendo os primeiros pratos com os aperitivos. Desci a escada novamente para checar no salão, e no chão abaixo da gente, por armadilhas e bombas.

Abri a porta pela qual havíamos entrado para olhar do lado de fora, e foi quando eu vi... MÍSSEIS NUCLEARES sendo lançados das montanhas ao nosso redor e VINDO EM NOSSA DIREÇÃO.

No mesmo segundo em que eu estava parado e espantado, ouvi a Marina gritando na mesa lá em cima, e quando me virei para olhar vi ela queimando a mesa inteira e os magos que sentavam ao redor. Todos os magos, e a comida, eram ilusões, e se desfizeram com o fogo. Realmente, era um jantar falso para nos matar.

Surpreendentemente, o Hórus também era real, e apagava o fogo de sua capa enquanto reclamava:

- Ai, ai, ai, a minha capa! O que tá acontecendo? Que jantar de bosta é esse?

Subi correndo até eles, e apontei para os mísseis que subiam até as nuvens, e agora começavam a fazer um arco para descer em nossa direção. Nas minhas costas, na altura da cintura, eu guardava uma adaga dentro de um pergaminho enrolado. A adaga absorvia as palavras mágicas do pergaminho, imbuídas numa magia interdimensional, e ao sacar a adaga e cortar o ar, eu abria um rasgo no espaço-tempo que servia de portal para uma outra dimensão na qual eu entrava e saía para efetivamente me teletransportar.

O problema era que essa outra dimensão não possuía oxigênio, era como se fossem as Eternidades Cegas que cercam os planos de existência em Magic. Um dos motivos para eu usar minha máscara era que ela estava encantada com um feitiço para respirar debaixo d'água, ou no vácuo, como era o caso.


The Blind Eternities.

Enquanto discutíamos uma forma de levá-los comigo, o Hórus disse que poderia usar sua magia de artífice para criar cópias da minha máscara usando os talheres do jantar, que pelo visto não eram ilusórios, pelo menos.

Não gostei da ideia de deixá-lo pegar minha máscara e descobrir os segredos dela, mas não havia tempo para hesitar. Entreguei em suas mãos e ele rapidamente recitou um feitiço para copiá-la, usando o metal dos talheres na mesa. Ao terminar, ele devolveu minha máscara, e entregou uma das cópias para a Marina, e todos colocamos nossas respectivas máscaras no rosto e entramos pelo portal, bem a tempo dos mísseis nucleares caírem e provavelmente detonarem a montanha inteira.

E foi até aí que eu lembrei, provavelmente a viagem interdimensional requeria muitos gastos com CGI e o Departamento de Sonhos não tinha o budget necessário, então cortaram a produção.

Eu fiz um desenho dos personagens no sonho, segue o link no meu deviantArt.

Mas foi maneiro porquê outro dia, depois do sonho e depois do desenho, rolou um post no Facebook que era tipo "coloque seu nome + zombie apocalypse" no Google Images, e a primeira imagem vai ser você no apocalipse zumbi.

A primeira imagem pesquisando por "Bruno zombie apocalypse":


É QUASE IGUAL!

É isso. Espero que tenham curtido o sonho, e até a próxima! o/

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